25 de ago de 2010

Bandas que não gosto mais: Iron Maiden

Por Vito Cuneo


Seguindo a série das matérias “Bandas que não gosto mais”, vamos falar de uma super banda, talvez a maior de todas: Iron Maiden. Pois é, aos críticos, quero fazer alguns esclarecimentos. Não sou contra o Steve Harris e seu grupo. Ainda escuto os CD's (antigos) e fui ao último show que rolou em Curitiba, “Somewhere back in time”, mas é realmente disso que eu gosto. Segundo esclarecimento, talvez essa seja a última matéria com esse título, pois não vejo outras bandas que tenham se transformado ao longo da carreira, a ponto de escrever sobre a mesma. Mas quem sabe pode rolar a parte 4. Bom, sem mais delongas, vamos ao que interessa.


Tudo começa com New Wave of British Heavy Metal, intitulado pela sigla NWOBHM. Traduzindo: Nova Onda Do Heavy Metal Britânico não foi um movimento exclusivo da Inglaterra, pelo contrário, ele se espalhou pela Europa e pelo mundo. No final da década de 1970, bandas clássicas e já consagradas de metal como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple, começam a ser ofuscadas no cenário musical pelo movimento punk (cada vez mais forte com bandas como Ramones, The Clash, Sex Pistols, Dead Kennedys, Exploited e GBH). São considerados como os grandes expoentes desse movimento: Iron Maiden, Venom, Diamond Head, Saxon, Motorhead e Def Leppard. Forte foi a influência que estes exerceram em vários outros grupos de Hard Rock e Heavy Metal dos anos 70 e 80 definindo aspectos centrais do chamado metal tradicional.

Iron Maiden é uma banda inglesa de heavy metal, formada pelo baixista Steve Harris, ex-integrante das bandas Gypsy's Kiss e Smiler. O nome "Iron Maiden" (Donzela de Ferro) foi inspirado em um instrumento de tortura medieval que aparece no filme "O Homem da Máscara de Ferro". Esse também era o apelido da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, que aparece nas capas dos compactos "Women in Uniform" e "Sanctuary".

Em 1980, “Iron Maiden” é o disco de lançamento da banda, lançado pela EMI, que acompanhou a banda até 1993. Com a formação de Paul Di’Anno (vocal), Dennis Atratton (guitar), Dave Murray (guitar), Steve Harris (baixo) e Clibe Burr (batera). Totalizando 9 músicas, o álbum inicial é ótimo, contém ótimas músicas, que funcionam bem ao vivo, como "Prowler", "Running Free", "Sanctuary" e "Phantom of the Opera", além da própria "Iron Maiden".

Em 1981 é lançado “Killers”, álbum novo e também com guitarrista novo. Sai Dennis Atratton e entra Adrian Smith, que trouxe uma nova melodia ao grupo. Esse álbum contém 11 músicas. Podemos destacar quase o álbum inteiro, mas claro, as músicas que são tocadas ao vivo e que lembram a velha escola do rock, são "Wrathcild" e "Killers".

Em 1982, uma nova surpresa, é lançado o “The number of the Beast”, com Bruce Dickinson no vocal. Há rumores, que problemas com drogas, afetavam a vida do ex-vocal Di’Anno, sendo essa a razão da mudança. Fato é que o Iron Maiden, ficou muito melhor Bruce (com todo respeito ao Di’Anno).  Esse álbum contém mais 9 músicas de puro Heavy Metal. Destaco a própria "The number of the Beast", "Run to the Hills" e "Hallowed be thy Name", sendo esta última música que, na minha opinião, conta com a versão ao vivo muito melhor que a de estúdio.

Em 1983, mais uma mudança na formação: sai o batera Clibe Burr e entra o Nicko McBrain. Clive não aguentava o ritmo da banda e por isso foi demitido. Mas a pegada continua metal. Lançam o “Piece of Mind”, esse é um dos “Top-tops”, destaco as músicas "Where Eagles Dare", "Revelation", "Flight of Icarus", "Die Whit your Boots On" e "The Trooper". Os vídeo clipes começam a ficar melhor produzidos. Uma curiosidade: no clipe, "Flight of Icarus", o Ícaro é o próprio batera Nicko, pois o mesmo trabalhava nos bastidores da banda, antes de assumir as baquetas. Nicko era uns dos Eddies que aparece nos primeiros clipes e shows da banda, carregando as lanternas.

Em 1984, um sucesso de vendas. “Powerslave” é lançado com a mesma formação. Destaco "Aces High", "2 Minutes to Midnight", "Powerslave" e "Rime of the Ancient Mariner". A produção do álbum é excelente, e dos show melhor ainda. Pirâmides, pinturas de múmias e sacorfagos no chão, um Eddie gigante, enfim, status de uma super banda. Em 1985, é gravado o “Live After Death”. Esse vale a pena ter, tanto em DVD quanto em CD. Se alguém tiver o DVD remasterizado assistam as “cagadas” da Rede Globo, na cobertura do Rock in Rio 1. Trocam o nome do Bruce para Bryan Dickinson e o mascote Eddie vira um monstro bem humorado (Hilário). Dessa turnê, a banda tocou para grandes audiências na América do Sul, Ásia, Austrália e Estados Unidos.

Em 1986, mais um sucesso de vendas, “Somewhere in the Time”, uma super produção na capa é o destaque. Esse é legal ter em LP, pois na capa tem toda a história da banda, através do desenho, óbvio. Sobre as músicas destaco, "Caught somewhere in Time", "Wasted Years", "Sea of Madness", "Heaven Can Wait", "Stranger in a Stranger Land" e "Alexander the Great". Nesse álbum, a banda decidiu inovar, fazendo experiências utilizando guitarras sintetizadas pela primeira vez.

Em 1988 mais uma sucesso. Mais uma vez, a banda tentou algo diferente para o seu sétimo álbum de estúdio, “Seventh Son of a Seventh Son”. Este é um álbum conceitual, mostrando a história de uma criança que era possuída pelos poderes de vidência. O disco foi baseado no livro "The Seventh Son" de Orson Scott Card. Foi o disco mais experimental da banda até hoje, e é muitas vezes lembrado como o fim dos "tempos de ouro" da banda com a saída do guitarrista Adrian Smith. Destaco "Moonchild", "Infinite Dreams", "Can I Play Whit Madness", "The Evil that Men Do", "Seventh son of Seventh Son" e "The Clairvoyant". Mas vale ter o disco completo. Esse também foi o ano mais longo da banda, foram 300 show em 28 países.

Em 1990, “No Prayer for the Dying”, com o novo guitar Janick Gers, Adrian deixa a banda alegando divergências musicais. Esse álbum é bom, a quem diga que não, que o Iron Maiden “peidoco” nesse disco. Mas eu acho manero. Já cansamos de ouvir e ver em shows, "Tail Gunner" e "Bring tyou Daughter... to the Slaughter", mas destaco ainda "Holy Smoke", principalmente pelo vídeo clipe farofa. Mas admito que é um disco de menor expressão. No mesmo ano, Bruce lança um álbum solo, "Tattooed Millionaire". Disco manero, boas músicas. O trabalho das guitarras é feito também por Janick Gers.

Em 1992, “Fear of the Dark”, talvez seja para calar a boca de todos os críticos. Tudo é perfeito; músicas, produção e uma super turnê. Esse é o álbum mais bem sucedido em vendagens, com músicas muito populares como "Be Quick or Be Dead", "From Here to Eternity", "Afraind to Shoot Stranger", "Wasting Love" e a própria "Fear of the Dark", sendo esta última, também, uma das músicas que a versão ao vivo é melhor que estúdio. Sobre a world tour, são lançados 2 CD's e homevideos, atualmente DVD. O primeiro, “A Real Live One”, que traz as canções de 1986 a 1992, foi lançado em março de 1993. O segundo, “A Real Dead One” traz as canções de 1980 a 1984 e foi lançado logo após a saída de Bruce. Ele fez sua última apresentação com a banda (até voltar em 1999) em 28 de agosto de 1993. A apresentação foi filmada pela BBC, transmitido para todo o mundo ao vivo e lançado em vídeo com o nome de “Raising Hell”. Bruce se dedicou a carreira solo, produziu ótimos álbuns, como “Accident Of Birth” (1997) e “The Chemical Wedding” (1998) e, claro, um ao vivo no Brasil, intitulado “Scream For Me Brazil” (1999).

Com a saída do Bruce, mais mudanças a vista. Em 1994 rolou um concurso para o novo vocal. Concurso que nas finais restaram 3 vocalistas, eram eles, Blaze Bayley (Inglês), Andre Matos (Brasileiro, ex-Angra) e Doogie White (Britânico), no qual saiu vencedor Blaze Bayley, resultado este que deu muito o que falar, pois surgiram insinuações de que Blaze havia ganhado por ser Inglês como o restante da banda. Óbvio que a escolha não agradou aos fãs. Mas parece que ao Steve Harris agradou, pois a banda gravou 2 álbuns com Blaze no vocal. Outra mudança também nos bastidores; sai a gravadora EMI e entra CMC.

Em 1995, “The X-Factor” é lançado. Este disco tem a sonoridade mais distinta em toda a discografia da banda. O baixista Steve Harris passava por problemas pessoais com seu divórcio e a morte de seu pai, o que resultou em canções obscuras, depressivas e lentas. "Destaco Sign Of The Cross", "Lord Of The Flies" e  "Man On The Edge". Esse, na minha opinião, é um bom disco com o vocalista errado. Desejo ver essas músicas regravadas com a voz do Bruce. A turnê passou por locais nunca visitados pela banda antes como África do Sul, Israel e outros países asiáticos.

Em 1996 lançam um Best of, intitulado como “Best of the Beast”, com uma ótima ideia. O track list foi escolhido pelos fãs em votação pela internet. Animal! Lembro que na época eu tinha internet discada e só podia acessar após a meia-noite para votar (risos).

Em 1998 um novo álbum “Virtual XI”. Foi um fracasso de vendas. O vocal de Blaze definitivamente não agradou aos fãs. Destaco "Futureal" e "The Clansman", que funcionam bem ao vivo. Este álbum contém uma música com o título em espanhol: "Como Estais Amigos". Nessa turnê passaram, por Curitiba, no Skol Rock 98, na Pedreira. Nesse eu estava lá. Foi o meu primeiro show. Bom, o fracasso nas vendas e os deslizes do Blaze ao vivo fizeram com que ele fosse demitido (ainda bem, obrigado). Em 1999 tivemos uma grande surpresa. Bruce is Back.

Mas, antes, ainda em 1998 é lançado o “Live At Donnington” (álbum duplo ao vivo do festival de Donnington). Boa produção, de um ótimo show, mas o track list é praticamente o mesmo do “Real Live Dead One”, mas vale a pena ter, é interessante. Esse álbum teve produção da Raw Power Rec, mas como existem várias versões é difícil relacionar.

Bom, finalmente em 2000, Bruce Dickinson volta aos vocais da banda. Músicas novas, álbum novo, gravadora nova e guitarrista novo. Pois é, Bruce fez uma exigência quando acertou sua volta à Donzela de Ferro, que o guitarrista Adrian Smith também retornasse e Steve Harris aceitou. Bom, a questão é que lançaram o “Brave New World”, um ótimo disco, de verdade. Destaco todas as músicas. Pra mim é um álbum para ouvir inteiro, enquanto se viaja ou em qualquer outra ocasião. Posso citar "The Wicker Man" e "Out of the Silent Planet", que são os trabalhos de vídeo-clipes. Além do álbum e dos vídeos clipes, fizeram uma mega turnê, passando novamente pelo Brasil, no Rock in Rio 3, e novamente eu estava lá, foi animal. Em 2002 lançaram a produção do CD e DVD "Rock In Rio", novamente pela EMI. Pra quem gosta da banda, vale a pena ter.

Mas então, estamos tranquilos? Teremos pelo menos mais uma década de um bom heavy metal para curtir? Errado. Como essa é a seção de bandas que não gosto mais, começo agora a apontar os problemas.

Como sempre faço, nas partes em que as bandas não me agradam, vou resumir em um único parágrafo. Em 2003 um verdadeiro desastre. “Dance Of Death”, não consigo citar nenhuma música desse álbum. Já de cara a capa desagrada, alguma coisa mal feita em 3D, não sei nem porque fizeram isso. O impressionante é que banda ganhou disco de ouro em diversos países. Em 2005 comemorando 25 anos, lançaram o “Death On The Road”, uma espécie de Best of 2, mas com músicas do “Dance Of Death”. Não sei por quê?! Em 2006 a banda lança o décimo quarto álbum de estúdio, “A Matter of Life and Death”, novamente pela EMI e mais uma perda de tempo. Com canções mais longas que o habitual já compostas pela banda, o álbum traz algumas características progressivas, que a banda já vinha apresentando nos últimos álbuns, porém agora nesse álbum com maior intensidade, junto com um som mais pesado que o mostrado anteriormente pela banda. Mais uma vez não consigo citar músicas desse álbum.

Em 2008 uma surpresa. Em fevereiro daquele ano a banda iniciou a “Somewhere Back In Time World Tour”, na Índia, e a bordo do Ed Force One (Boeing 757 oficial da banda, pilotado por Bruce Dickinson) passaram por muitos países, inclusive aqui, na Pedreira novamente e novamente eu estava lá. Essa tour pode ser chamada de “caça níqueis”, como o nome já diz. Só tocaram músicas da fase dos anos 80. Fizeram shows para mais de 3 milhões de pessoas em estádios e arenas. Em 2009 eles voltaram para a última parte da tour do “Somewhere Back In Time” que finaliza 90 apresentações e com mais 6 shows no Brasil, onde tocam pela primeira vez no Recife, Belo Horizonte, Manaus e Brasília. O filme “Flight 666” chega aos cinemas mostrando como é a vida da banda na estrada durante a primeira parte da tour de 2008.

Durante a turnê "Somewhere Back In Time", em 2008, Bruce Dickinson teria anunciado nos concertos que ainda no mesmo ano começariam os preparativos para o novo álbum. Mas como a turnê se estendeu, o prazo para um novo CD também. Na boa, é hora de parar, ou deixo uma sugestão; vamos voltar aos moldes do “Brave New World”, pode ser? Lembro de uma entrevista que o Bruce Dickinson fez ao Fantástico sobre o álbum “A Matter of Life and Death”, falando sobre a receptividade dos fãs com as mudanças. Disse que os fãs do Iron Maiden são como a arcada dentaria de um tubarão, logo que cai, já vem outra atrás. Pô, Bruce, na moral, tudo bem que é historiador, que tem licença para pilotar, luta esgrima e todas as outras qualidades, mas não ofenda seus fãs velhos. Não sou um dente podre e velho? Eu curto som de bandas novas, como "The Haunted" e "Lamb of God", tudo bem que não tem nada haver com o Maiden, mas quero dizer que tenho a cabeça aberta. Não sou um exemplo de “metalero” fechado.

Pra finalizar, ficou claro, que por conta desses últimos anos, o Iron Maiden é uma das bandas que não gosto mais. E nem me interesso em ouvir as músicas novas.

10 comentários:

Guilherme Carvalho disse...

acho que depois de ouvir tanto, acabei chapando de iron. quando ouço de vez enquando ainda curto, mas já não é mais com a mesma emoção. acho que na tentativa de sair da mesmice, a banda acabou experimentando um pouco. pra uma parte dos fãs, certamente isso não agradou, como prova a crônica do vito.

Felipe Prestes disse...

Bom..... pra mim Iron é bom em todas as fases, realmente os últimos cds as músicas acabam ficando cansativas, por serem muito longas e previsíveis.
Vito vc comentou que gostaria de ouvir a "Lord Of The Flies" na voz do Bruce, essa música esta no ao vivo Death On The Road e realmente é muito melhor na voz do Bruce, assim como a Sign Of The Cross e The Clansman foram ouvidas (vistas) no Rock in Rio III! é isso ai!!! mantenham o blog nessa linha q ta muito massa!!!

Anônimo disse...

Vito, eu acho que TODOS os discos do Iron tem musica boa. Logicamente que, até o disco Seventh Son of a Seventh Son, TUDO que eles fizeram foi foda. Depois desse disco, com exceçao do Brave New World (que é perfeito), eles lançaram discos que nao sao totalmente perfeitos, sendo que, na minha opiniao, o mais fraco é o Virtual XI, e ainda assim, nesse disco tem duas musicas otimas, que sao Futureal e The Clainsman. Eu acho o X Factor lindo. Realmente, se fosse com o Bruce, estaria entre os melhores. Eu ainda gosto do Dance of Death. Acho que é um disco que tem um bom trabalho de guitarras como em NO MORE LIES, PASCHENDALE, MONTSEGUR, tem RAINMAKER que é uma musica bem Iron, porem tem musicas que realmente sao pouco inspiradas... do A Matter of Life and Death tem a A DIFFERENT WORLD que é Iron basico e mostra um Bruce Dickinson melhor do que nunca, tem THE PILGRIM que mostra o Bruce moendo de novo, enfim, tem musicas boas no AMOLAD tambem. Na minha opiniao, Iron NAO É uma banda que eu nao gosto mais. Mas valeu a discussao. E para finalizar, eu entendo o que o Bruce quis dizer, mesmo depois de todos esses albuns razoaveis, eles estao sempre e sempre MESMO, lotando estadios, arenas, ginasios, estao sempre vendendo muitos discos e estao sempre tentando se reinventar. Eu mesmo, ja assisti os caras 5 vezes ao vivo e se eles voltarem, vou de novo !!! Eu acho que numa epoca de tanta bosta sonora, o Iron está longe de ser uma banda que eu nao gosto mais...

FICA 1 ABRAÇO

GUSTAFAH TERRORZONE

Felipe Leite disse...

Até o 7th son tudo perfeito
No prayer tem musicas boas...não acho tão ruim como falam também.
particularmente...não tenho saco pro fear of the dark...é um disco que tem porradas como as duas musicas de abertura mas tem mta xaropisse no meio.
Blaze solo é animalesco (gosto mais do que bruce solo)...no maiden não rola.

Brave New World é esmagador de cabo a rabo!

Dance of Death tem umas canções boas...gosto mto de new frontier e as duas que abrem o disco...bem heavy metal...já canções como paschendale e Face in the Sand não me descem nem com cachaça...haha

AMOLAD não consegui escutar uma musica em que eu não tenha que pular antes da metade.

O novo eu gostei...achei bem legal pra quem vinha decaindo.

De qualquer forma parabéns ao vito...essa sessão é sempre mto boa de se ler e concordo com 90% do que ele fala!

Felipe Leite disse...

ahh...
ainda no meu gosto pessoal...
meu favorito é o Killers disparado!!!!!!
The Number of the Beast é o primeiro album de heavy metal que ouvi na vida numa fita k7 velha do meu tio a uns 10 anos atrás.

Anônimo disse...

Só para fazer constar, o meu favorito do Iron Maiden, sem duvida nenhuma, é o Piece Of Mind... e o que eu menos escuto é o Virtual XI...

FICA 1 ABRAÇO

GUSTAFAH TERRORZONE

Anônimo disse...

depois desse novo album,perdi totalmente a fé no iron

hamilcar

Anônimo disse...

Quem vive de passado é museu, o Iron Maiden tem personalidade e criatividade pra continuar fazendo bons discos de inéditas como o mais recente "The Final Frontier" que é muito melhor do que o "A Matter of Life and Death"

Anônimo disse...

quando escolhe uma banda p/ ama-lá, vai ama-lá independente do que seje o novidade de música...

怒り disse...

Antigamente a expressão "Maiden é Maiden" era relacionada ao fato da banda sempre superar expectativas e lançar algo que surpreenda. Atualmente Maiden continua sendo Maiden, mas agora a frase tem um sentido a mais: Maiden tem sua sonoridade própria e seus músicos não têm mais a mesma mentalidade, energia e disposição de antes.
Eu curto muitas outras bandas e Maiden continua sendo a minha favorita.
Dou nota 7 pro A Matter, 6 pro Virtual e 6,5 pro No Prayer, mas porque que do 1º álbum ao 7th Son a nota é 1000!!

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