16 de ago de 2010

Review: Petra no Curitiba Master Hall

Por Clovis Roman

Este era um show que seria sucesso garantido. A banda já tinha passado por nossa cidade, mas nunca havia feito show. Eles voltaram à ativa após 5 anos parados. A banda é uma das mais importantes da cena gospel. E agrada mesmo quem não adota esta vertente religiosa como lema de vida. Dito e feito. O Curitiba Master Hall recebeu um excelente público, que lotou pista e mezaninos, tornando dificil caminhar lá dentro.

Ao chegar no local, nos deparamos com uma banda chamada Filhos do Homem. Sofremos com a empurração e com alguns seguranças desinformados / folgados. E com a tal banda também. Como era um show onde 95% eram cristãos, atÉ pode-se entender, mas o grupo toca mÚsicas de louvor a Jesus. Isto é algo extremamente chato para o espectador comum. Mas notamos que nem os crentes estavam gostando muito, não. Resolvemos sair para comprar cerveja.

Na sequência, a banda de AOR Auras (que nasceu do antigo I On You), que tem um som de difícil assimilação. Não tem peso, mas é de extremo bom gosto. A banda não tem conotação religiosa. Alguns fãs de Petra, já ansiosos, pediam a atração principal, mas nada que tenha estragado a apresentação. Ficamos sabendo que houve alguns problemas nos camarins, pois o tal Filhos do Homem nem programado estava para tocar, e sabe-se lá como, conseguiu. E atrapalhou tudo, pois quem dependia de ônibus se ferrou.

Finalmente o Petra sobe ao palco. Como fã de sua música, foi até difícil inicialmente tirar fotos, pois a vontade era de ficar curtindo o show, mesmo. Para iniciar, tivemos as ótimas "All About Who You Know" e "Dance". Mesclando belas baladas e rocks vigorosos (aqueles da decada de 80 que só eles sabiam fazer), o show teve um ótimo andamento. A despeito disto, era até vergonhoso a quantidade de gente em cima do palco e na área de imprensa. Ali, para cada fotógrafo, tinha 3 pessoas aleatórias atrapalhando.

Voltando à música, que é o importante, outros momentos dignos de nota foram o medley que englobou "Think Twice", "I Am On The Rock", "Midnight Oil" e "Mine Field"; e a sequência com "Perfect World", a pesadissima "Jeckyll And Hide" e "Sight Unseen". A noite ainda demoraria a acabar, mas as músicas, sim. Tivemos ainda tempo para "Beyond Beliefs" (uma das mais famosas de sua carreira), "Lord I Lift Your Name on High" e "This Means War". Depois, um sem fim de pessoas falando, o guitarrista Bob Hartman também, com cunho totalmente evangélico. Como isto ja foge do âmbito musical, que é o importante, aqui se encerra a resenha.

Agradecimentos especiais ao produtor Oswaldo, a assessora de imprensa Sandra e o Christian, do Master Hall, pela ajuda que sempre me propicia quando preciso.

Confira vídeo feito durante o show:

Um comentário:

Anônimo disse...

se nao gostou do FDH coloca uma faxa na testa e faca uma plaquinha e saia na rua protestando. cade os shows que vc ja produziu? se ja produziu algum show melhor que este deveria ter feito criticas construtivas e nao apenas criticar falando mal, vc é um blogueiro sem ética e blogueiro arrogante assim raramente vai pra frente, geralmente fica com seus leitores "assiduos" com a mente alienada para um só padrão de vida.

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