19 de ago de 2010

2010 recheado de bandas internacionais

Por François Orquiza com informações da Revista KM

Em Curitiba, só no primeiro semestre tivemos vários shows internacionais como: Social Distortion, Richie Kotzen, No Fun At All, Iced Earth, Jeff Scott Soto, Eric Martin, Dark Tranquillity, Joe Lynn Turner, NOFX, Dream Theater, Epica, A Wilhelm Scream, Fishbone, Job For A Cowboy, Terror, H2O, Paul Di'Anno, e os festivais Psycho Carnival e Spirits of the Forest que contou com várias atrações internacionais.

Já para o segundo semestre algumas das atrações confirmadas são: At War, August Burns Red, Death Angel, The Adicts, Scorpions, The Toy Dolls, Millencollin, Creedence e Twisted Sister.  


Sabe por que o Brasil entrou (felizmente!) no circuito de shows internacionais? Veja alguns motivos pelos quais as bandas têm vindo para cá:

- A estabilização da economia. Até o meio da década de 90, em tempos de câmbio volátil, a operação financeira para trazer grandes shows era muito arriscada. Imagine fechar essa conta: venda de ingressos em moeda local X custos dos espetáculos em dólar. Era coisa de louco trazer os astros internacionais! Agora, a conta fecha!

- O crescente potencial de consumo do mercado brasileiro. Pesquisa realizada em 2009 pela consultoria Nielsen, com 25 mil pessoas de 50 países, revelou que 50% dos brasileiros ouvidos pretendiam gastar a grana que sobrasse, após pagarem todas as suas despesas essenciais, em entreterimento fora de casa. É o maior índice entre todos os países pesquisados! Os brasileiros estão mesmo super a fim de consumir shows!


- As empresas que promovem os grandes espetáculos se profissionalizaram muito e atuam em todo o processo de produção de um grande evento. Um exemplo: a Time For Fun (T4F), uma das maiores do setor, tem uma divisão de vendas de ingressos e é dona de casas de espetáculos como Credicard Hall, Citibank Hall e Teatro Abril, em São Paulo, e Citibank Hall, no Rio de Janeiro.

- O setor da música mudou completamente e a venda de CDs deixou de ser a atividade mais rentável para gravadoras e artistas, graças aos downloads de música pela internet. As megaturnês representam aproximadamente 60% do faturamento das bandas, e a venda de CDs e DVDs, licenciamentos e direitos autorais, 40%. Ou seja, tem que botar o pé na estrada!

Fiquem ligados que no decorrer do mês de agosto anunciaremos mais atrações que estão para confirmar!
 

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