9 de jul de 2013

Smartfones aquecem a indústria fonográfica.

A fase em que os smartfones eram a "sensação do momento" já ficou no passado. Eles estão por toda parte e utilizados de diversas formas por nós, consumidores Estes gadgets podem comportar muita informação em seu banco de dados. Podemos fazer diferentes ações e ainda contar  com a tecnologia de acesso 3G disponível em muitos dos aparelhos. Com a sua possibilidade de integração com diversos tipos de aplicativos, sites, serviços sua resposta de público e inserção na cultura de consumo, com o tempo, pediu que o mercado estendesse seus produtos e serviços para que coubessem em nossos bolsos.

O mercado em seus diversos setores está se adaptando cada vez mais a este novo hábito de consumo. Hoje podemos ter acesso à informações GPS, acessar redes sociais, ouvir música, assistir filmes, compartilhar dados e até pedir pizza através dos nossos smarts.

O mercado fonográfico é um dos segmentos que está sendo muito beneficiado com estas novas possibilidades de  comercialização de produtos, a maior fatia de vendas digitais de conteúdo fonográfico hoje é oriunda da telefonia móvel. A Takenet, que licencia e disponibiliza conteúdos musicais para celulares e atua com as principais operadoras do país, tem cerca de 200 contratos com gravadoras independentes. Segundo o diretor de operações da empresa o faturamento com os ringtones pode ultrapassar R$ 100 mil por ano para conteúdos independente.

A força desse mercado é clara quando notamos que a cada dia vários sites aprimoram suas versões mobile,
tudo para que o conteúdo fique mais amigável para o consumo via gadgets. Um exemplo a ser citado é o Myspace, que recentemente reformulou seu layout e sua navegação criando mais afinidade entre o usuário e sua versão mobile. Há ainda especulações de que o player otimizará sua plataforma para a comercialização de conteúdos musicais.

As possibilidade de monetização de faixas, sobretudo depois da "febre pirata" é mais que bem-vinda  pelo mercado fonográfico, seus resultados são recebidos com muito otimismo pela indústria fonográfica, principalmente pelos mercados de conteúdo independente. O setor leva conteúdo amplo, em primeira mão e em tempo real e a resposta de público é rápida e positiva. O setor está aquecendo.

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